30
Dez
09

Nova rubrica do Pardieiro!

Caros Pardiófilos,

Esta longa ausência de posts na página do Pardieiro da Tojeira (pela qual pedimos imensa desculpa!) deve-se, nada mais, nada menos, ao facto de que os membros da nossa equipa estiveram numa crise de criatividade. Assim sendo, não tivemos qualquer disponibilidade mental para construir algo de benéfico para os nossos (muito poucos) leitores!

:)

Mas isso vai mudar! Para tal, o Pardieiro apresenta-vos a criação de uma nova rubrica que irá estraçalhar os cânones da crítica. Iremos criar uma rubrica com o propósito de criticar, sim; mas não de forma tão cómica. ATENÇÃO: A comédia e o humor não desapareceram deste nosso Pardieiro! Iremos apenas transformar, no âmbito desta rubrica, a forma como atiramos com as culpas para os outros.

É claro que, como é fácil de perceber, esta rubrica assemelhar-se-á a uma outra rubrica nossa, em termos de conteúdo: “Politiquices”. No entanto, a forma de apresentação mudará completamente para uma estrutura mais séria, mas também mais aprofundada. Queremos, por isso, avisar-vos de que esta nova rubrica não terá o mesmo carácter leve, fresco e bem-humorado das restantes. Não se admirem se a acharem, na verdade, uma grande seca para se ler!

Agradecemos a todos os leitores que têm vindo a visitar-nos, esperando que continuem a fazê-lo e a gostar do nosso trabalho! A rubrica está para breve, meus caros!

Cumprimentos.

17
Nov
09

Chris Crocker: Update

Bem, Chris Crocker decidiu assumir a posição de “Deus / conselheiro social”… É verdade, já não chegava a salsichada lógico-dedutiva de raciocínio que este indivíduo apresenta constantemente, não! Crocker tinha que arranjar maneira de se ligar também à salgalhada metafísica!

Desta vez, mostramo-vos um vídeo publicado no YouTube por Chris Crocker, em que o dito cujo afirma que “… se a minha língua, o Crockerish, vos ajuda a subir na escala social, então isso é uma bênção. De nada, não é preciso agradecer! E o que é que não há para ser imitado em mim??…”

Bem, Crocker acha que ajuda muita gente a subir na vida… O Pardieiro acha que esta é a piada oficial do ano…

Vejam até ao fim, apesar de vos custar… Mas vejam, por favor, porque só aí poderão criticar aqueles que são medíocres; só aí conhecerão “medíocre”…

“May the Force be with you!”

 

17
Nov
09

Caixinha Mágica

A Preça da Alegria é mais um daqueles programas que qualquer pessoa no seu juízo perfeito considera ridículo. Ridículo pelos temas que aborda, ou melhor, tenta abordar; ridículo pelos apresentadores que tem. E esses são sempre aqueles que definem o programa como “ridículo”, devido à enorme falta de cultura que têm!

Senão, vejamos este vídeo. Já tem algum tempo, mas vale a pena mostrar até que ponto chega o ridículo da TV portuguesa…

Viram e ouviram bem? Que brincadeirinha linda, não é? Bem, concentrem-se no lado positivo da situação: os moços nem se apercebem que desafinam – a ignorância é uma bênção, já dizia a avó da tia do primo do meu tetra-avô… E esse não se enganava naquela altura (pelo que me contam, pelo menos!)

02
Nov
09

Chris Crocker: Update

Chris Crocker publicou, recentemente, um vídeo que demonstra a sua insanidade parcialmente mental… “Sweet Kisses” é o título desta porca miséria que é o vídeo referido…

Vejam com os vossos próprios olhos a degradação total que Chris Crocker demonstra e passa para a nossa sociedade…

Não se assustem; eu sei que é pedir muito, muito, mas não se assustem. O Pardieiro já tratou de pedir à progenitora de Chris Crocker que o ponha em psicoterapia com a melhor equipa de psicólogos e psiquiatras que possa haver… E mesmo assim, não sei se o sujeito ficará “curado”…

02
Nov
09

Politiquices (Ep. IV – Medicina Para Totós)

Antes de mais, queridos Pardiófilos, quero apresentar em nome de toda a equipa, um enorme pedido de desculpas por esta demorada ausência de posts. A verdade é que nem sempre as nossas circunstâncias de vida nos permitem ter a disponibilidade para cumprir com as nossas obrigações e compromissos.

Mas estamos de volta, e isso é que importa!

Desta vez, quero falar-vos do nosso sistema de saúde… À 1ª vista, nada de interessante parece haver neste tema, mas as aparências iludem. Deixem-me contar-vos a história fictícia (mas baseada em factos reais) da Dona Beija de Paracatu, uma típica mulher portuguesa (muito embora o nome não pareça indicá-lo)…

D. Beija estava em casa, a cuidar carinhosamente dos seus 3 filhos (2 meninos e 1 rapariga adolescente), quando de repente a filha cai das escadas (de uma altura relativamente baixa – 3 degraus) e torce o pé. Ora, torcer o pé não é nada de grava o suficiente para ir ao hospital. Mas também não é inofensivo o suficiente para que não seja visto por um médico.

Por isso, a D. Beija tenta recorrer ao centro de saúde, ou como é agora conhecido, Unidade de Saúde Familiar (USF). Para isso, a D. Beija pega no panfleto (que tão ordinariamente lhe havia sido fornecido) e verifica que, para obter uma consulta com um técnico de saúde geral (a.k.a.: médico), precisa de efectuar um telefonema para o estabelecimento referido.

Assim, a D. Beija pega no telefone e marca os dígitos da USF da sua região. Atende, então (ao fim de inúmeras – quase 20 – tentativas de estabelecer ligação) uma senhora com uma voz bastante estridente, que começa por dizer “Boum Diá. Que deseijá?”. (Note-se que a transcrição da saudação da mulher pretende explicitar a sua pronúncia). A nossa querida D. Beija começa por explicar a situação, mas é interrompida pela mulher do outro lado do telefone: “Espere só 1 momentinho, sinhe?”…

A D. Beija não terá, então, outro remédio senão esperar…

… e esperar…

… e esperar…

… e esperar…

…………………… Até que, finalmente, a mulher volta a falar: “Olhe, pode repetir nobamente o que se passa, por fabor?”. Eis que D. Beija começa a perder a paciência, sabendo, no entanto, que tem que se sujeitar a estas condições para ser atendida. D. Beija recomeça a explicação da situação, sendo que é novamente interrompida… Diz então a mulher da USF: “Quem é o seu médico de famíliá?”, ao que D. Beija responde com coerência, tentando voltar à sua explicação. “Mas sabe que num pode ser assim?! Bocê tem que marcar com o médico de famíliá… Ele só está de manhã…”, diz a mulher da USF.

A D. Beija tenta esclarecer que de manhã não dá, porque tem os outros filhos para levar à escola, uma vez que o pai deles já foi trabalhar e não pode sair do trabalho. E como a filha torceu, efectivamente, o pé, não pode deslocar-se à USF. Por isso, terá de ser de manhã, como podemos nós constatar, dando razão à nossa estimada D. Beija.

“Ah, mas tem que ser com o médico de famíliá, ou intão, bá ao hospitale, e beija lá o que se passa, porque aqui, só dá com o médico de famíliá!”, volta a informar a mulher da USF, ao que a D. Beija responde com uma pergunta: “E se for com outro médico, não é igual? Se houver outro médico disponível, vai dar ao mesmo e é mais fácil para vocês e para mim…”

“Ai, não, não! Tem que ser com o médico de família, ou intão no hospitale. Agora, a sinhora decida-se.”

E nisto se passa cerca de meia hora, até que a D. Beija consegue marcar uma consulta de urgência para a tarde desse dia.

 

Podemos constatar que, de facto, o nosso sistema de saúde funciona mal, ou melhor: não funciona. Quer dizer, quem tiver uma doença que seja de gravidade relativamente baixa, sujeita-se a perder o seu tempo de trabalho (que lhe é preciso para poder pagar os impostos ao Estado) para ser acorrido pelo serviço nacional de saúde ou, então, tem que ir para o serviço privado. Ou seja, o Estado não providencia os seus cidadãos com um serviço nacional que funcione e seja benéfico para toda a gente. O médico de família só trabalha de manhã, de segunda a sexta; se alguém não puder ir devido à força de certas circunstâncias, então pode sempre tentar ser atendido por outro médico do centro de saúde. Ah, esperem: “tem que ser com o médico de famíliá”!!!!!

É claro que o hospital não é solução. Não é solução por funcionar mal, não! O hospital só não é solução porque, naturalmente, há gente com problemas de saúde mais graves do que um pé torcido. Ir ao hospital implica estar um longo período de espera pela atenção de um médico que, se calhar, tem outros problemas para resolver.

Por isso, lá está: ou se perde tempo e dinheiro à mercê dos horários de trabalho do médico de família na USF, ou então, perde-se tempo e dinheiro à mercê dos horários de trabalho de outro qualquer médico no seu consultório privado.

Concluímos, assim, que Portugal funciona. Funciona mal. Mal e porcamente. Funciona à portuguesa!

03
Out
09

O Pardieiro apresenta…

… Leandro! Não conseguimos parar de descobrir estes novos talentos portugueses! Bem, aqui está mais um… E este sofre (tal como os outros) de Síndrome de Idiotismo e de outras perturbações, tais como o Complexo de Artista… Mas vejamos bem esta sua música, “Que mal te fiz eu (diz-me)”…

Alguns excertos da letra da música podem demonstrar o pardieiro que são as nossas editoras discográficas:

“Porquê tu sentes tanto rancor”

E aqui está o refrão:

“Que mal te fiz eu
para me tratares assim como um farrapo,
um vagabundo um pobre coitado
não te chegava teres matado o nosso amor

Que mal te fiz eu
para tu depois me tirares a vida
me queiras ver crucificado ainda
não te chegava a dor que o teu adeus deixou
te peço por Deus,
diz me que mal te fiz eu”

Deixo-vos com este português tão mal “dizido”, que se pode dizer que se encontra já “matado”…

28
Set
09

Politiquices (Ep. III – Gelatina Democrática)

Olá, queridos Pardiófilos! Estamos de volta esta semana com um novo post nesta nossa rubrica “Politiquices”. E a propósito dos resultados das eleições, queremos assumir aqui a nossa verdadeira posição, não em termos de orientação político ou sexual, mas sim em relação aos portugueses.

Sim, porque o povo português (grupo em que também nós nos encontramos inseridos, mas do qual, por questões de estética textual, nos passaremos a excluir) já tem ouvido que chegue da nossa classe política. Aliás, esta designação de “classe política” diz muita coisa, não diz? Reparem na hierarquia democrática e na igualdade social e de direitos do nosso país…

Hierarquia Político-Social e Económica de PortugalDe facto, é assustador verificar que até a classe política é mais poderosa do que a classe rica… E nós (pobrezitos) a pensar que tínhamos alguém para nos defender!

Mas adiante. O Pardieiro resolveu, então, elaborar um post no âmbito desta rubrica que dissesse aquilo que realmente sentimos pelos portugueses (aproveitando para falar um pouco de 2 dos candidatos às legislativas). E a verdade é que, se calhar e por muito que se diga o contrário, eles não poderiam ter escolhido decisão melhor para esta legislativas!

ATENÇÃO!!! O Pardieiro da Tojeira não pretende, de modo algum, revelar a sua posição ou orientação política (até porque somos tão mesquinhos e picuinhas que NEM SEQUER TEMOS qualquer posição política).

E porque é que os portugueses não poderiam ter escolhidos melhor resultado para estas legislativas? Porque, de entre todos os candidatos, o mais elegante é, de facto, José Sócrates. E Sócrates é também (não se pode negar) o que melhor desempenho tem, a nível de argumentação e debate.

Mas isto não quer dizer que os portugueses desatem a dar-lhe novamente a maioria absoluta! Nem sequer conviria ao país, depois do escândalo do Freeport! Seríamos ostracizados pelo resto da UE: “Ai, deram maioria ao garanhão outra vez, foi?! Pois então, paciência! Depois, não se queixem de que têm o casamento acabado – quer homo, quer heterossexuais!”

Por isso, os portugueses decidiram sabiamente ao deixar que Sócrates ganhasse, mas não com a maioria absoluta. É claro que Sócrates não é o único da classe política a influenciar negativamente a vida do nosso país.

Vejamos, por exemplo, o caso de Manuela Ferreira Leite. Aqui há uns meses, a nossa Manuelinha decidiu afirmar que “…não sei se a certa altura não é bom haver 6 meses sem democracia…”. Ora, penso que isto chega para descrever e definir o programa eleitoral do PSD…

Um outro exemplo deste tipo de corrente de pensamento político de Manuela Ferreira Leite está expresso neste 2º vídeo:

Mas nem tudo são podres, na cabeça desta nossa querida Manuelita! Acerca dos benefícios da existência dos “ricos”, Manuela Ferreira Leite diz-nos:

Portanto, a ideia subjacente a estas declarações está, do ponto de vista Pardiófilo (que também não vos deverá interessar muito), correcto. O único problema é o facto de Manuela Ferreira Leite cometer o gravíssimo erro de dizer “o que faria”, se, eventualmente, “achasse que”. Atentem nas declarações da moça, desde o minuto 0:28 até ao minuto 0:43…

“Se achasse que os ricos estavam tão ricos que já nem sabiam o que haviam de fazer ao dinheiro, eu tributava fortemente, em impostos indirectos, aqueles bens aos quais os ricos têm acesso”, assim nos diz Manuelita, a pequena.

Mas então, a Manuela acha que, SE HOUVESSE ricos que não sabiam o que fazer ao dinheiro, tributava os mesmos em impostos indirectos?!? Mas então, e se os ricos forem ricos e souberem onde investir o dinheiro? Aí, já não são tributados? E se eles souberem que o sítio certo para investir dinheiro é na lavagem de dinheiros, por exemplo?

Outra questão que se coloca é a de, aparentemente, Manuela Ferreira Leite achar que não há “…ricos assim tão ricos…” que não saibam o que fazer ao dinheiro… Ora aqui está um dos imensos contra-exemplos a esta afirmação:

Belmiro de Azevedo não concorda, em nada, com Manuela Ferreira Leite! E é nisto que podemos resumir a actividade política do nosso estimado país…

Até à próxima, queridos Pardiófilos!

21
Set
09

O Pardieiro apresenta…

O Pardieiro volta em grande neste final do mês de Setembro, com um conhecido artista português: Mickael Carreira!

É verdade! O filho de Tony Carreira continua a fazer sensação entre os portugueses (pelo menos, aqueles que engolem aquelas baboseiras musicais!). Mas façamos uma análise um pouco mais detalhada… Vejamos o vídeoclip de “Chama por mim”, um tema do seu álbum de 2009 intitulado “Tudo o que eu sonhei”.

Bem, agora que viram que, de facto, a qualidade da letra é impecavelmente eloquente, vejamos o porquê de tanta barulheira com Mickael Carreira… Este nosso artista subiu à ribalta devido ao nome já criado pelo seu pai, Tony Carreira. Com isto, Mickael pretende assemelhar-se, já desde muito cedo,a T.T., ou a qualquer coisa do género. Mas a verdade é que eu não percebo quem será mais “parolamente” pior: T.T. ou Mickael.

Para começar, o nome artístico gravado nas capas dos CD’s, ‘Mickael’ sugere um severo caso de hipermetropia conjugada com estrabismo endócrino, por parte dos editores discográficos. Penso que não deveria, de todo, ser possível gravar algum tipo de CD, tendo esse nome artístico. Quando muito, Miguel ou Michael, ou até mesmo Milk!… Mas Mickael, não!

Em segundo lugar, a letra é algo que podemos considerar ‘fenomenalmente péssima’! É verdade! A música (supostamente) quer transmitir a ideia de que Mickael Carreira estará lá para apoiar (e fazer sabe-se lá mais o quê!) à pessoa do sexo feminino que se sinta “…só, sem ternura, calor e prazer”. Ora, isto em nada quer sugerir que a dita “indivídua” se sinta mal por causa da traição que terá sido levada a cabo pelo seu amante.

Ou melhor, esquematizando:

Mickael Carreira (NAMORADO de “Mona Lisa”) <——-> Mona Lisa (NAMORADA de Mickael Carreira)

Se Mona Lisa se sentir “… só, sem ternura, calor e prazer”, então, Mickael irá consolá-la, ao mínimo sinal que ela lhe faça. Mas considerando agora que Mona Lisa (MoL) tem um amante clandestino, às escondidas de Mickael (MiC)…

MiC (NAMORADO de MoL) <—-> MoL (NAMORADA de MiC) <—-> Am (AMANTE CLANDESTINO de MoL)

E se, ainda em cirscuntâncias mais remotas, este tal de “Am” tiver outra amante, sem que MoL saiba? Assim, se MoL descobrir desta ocorrência, ficará triste. E é aí que MiC aparecerá para a consolar. Mas será que isto faz sentido, numa música com a que consideramos? NÃO, CLARO QUE NÃO!

Mas é precisamente isto que é descrito, logo no 1º verso da música (se é que se pode chamar ‘verso’ àquilo…):

“Quando o teu sol com a lua se envolver” – Curioso, não é? Ou será antes simplesmente ridícula a incongruência da letra?

Bem, pensem nisso. Cumprimentos!

07
Set
09

DVD Promocional

Queridos Pardiófilos,

Estamos a trabalhar no projecto de lançar um DVD Promocional, em que revelaremos algumas informações quanto ao Pardieiro!

Brevemente, daremos notícias!

Obrigado!

05
Set
09

Novo Clip Publicitário do Pardieiro

Aqui está, finalmente, um vídeo a publicitar a nossa rubrica ‘Politiquices’… Apreciem!





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Queridos Pardiófilos,

Decidimos estabelecer parcerias com outros escritores/bloggers. Isto irá promover o Pardieiro, bem como esses mesmos escritores/bloggers.

Aos blogs que aceitaram as nossas parcerias, deixamos a nossa sincera gratidão. Agradecemos o esforço feito para colaborarmos positivamente uns com os outros.

Abaixo estão listadas as páginas com as quais estabelecemos parcerias e que, obviamente, recomendamos que visitem.

Cumprimentos,

O Pardieiro.